Blog FlowPace
Process mining, gestao de fluxo, IA e previsao probabilistica para times de tecnologia.
O Painel Fluxo 3×3 do Flow Compass consolida estoque, vazão e capacidade em uma visão sistêmica única — a base para ler o desequilíbrio entre entrada, WIP e saída de trabalho.
O módulo Process Mining do Flow Compass reconstrói o processo real a partir do log de eventos — conformidade, desvios, gargalos e variantes do fluxo, não o fluxograma documentado.
Flow Forensics é o diagnóstico forense de fluxo da FlowPace: process mining sobre o log de eventos real do Jira para identificar gargalos, rework e custo de atraso em valor econômico, em 45 minutos.
Serviço e SLA é o painel principal do Flow Compass: throughput semanal, tendência, dispersão estatística e comportamento de serviço a partir do log de eventos real do time.
Lançamos a Calculadora de Custo de Processo: descubra em 1 minuto quanto seu processo manual custa por semana, e o ROI, payback e Cost of Delay de automatizá-lo.
Lançamos a Calculadora de Custo da Qualidade (COQ): descubra em 1 minuto quanto seu time gasta prevenindo, testando e corrigindo defeitos — modelo PAF de Juran e Crosby.
Flow Forecaster é o motor de previsão probabilística da FlowPace: combina Monte Carlo e Machine Learning adaptativo via SPC para gerar percentis P50/P85/P95 a partir do histórico real do time.
Flow Compass é a plataforma analytics da FlowPace: 18+ módulos que combinam process mining, métricas de fluxo e custo de atraso (CoD) para diagnóstico operacional e decisão de portfólio.
Como modelos supervisionados, ensembles e deep learning estão sendo usados para prever onde bugs vão aparecer antes da fase de testes, otimizando o esforço de QA e reduzindo custos.
Como usar Cadeias de Markov para calcular matematicamente gargalos de fluxo, tempo esperado de conclusão e a probabilidade real de sucesso ou cancelamento de um entregável.
Por que transformações ágeis baseadas em discurso costumam falhar, e como a tradição filosófica de Aristóteles a Tomás de Aquino explica o poder do Kanban em tornar o sistema de trabalho visível.
Uma análise crítica do WSJF para priorização de portfólio, cobrindo estimativa de esforço, cálculo do Cost of Delay e o papel crescente do process mining e da IA na decisão.
Por que usar a média do lead time engana suas estimativas de prazo, e como percentis (P70/P85/P95) e simulação de Monte Carlo tornam os compromissos de entrega mais confiáveis.
Um cenário numérico mostra como um aumento de 18% na demanda dispara o custo das filas em 321% ao mês, e por que reduzir o WIP costuma ser mais lucrativo do que aceitar mais uma demanda.
Como usar transparência, entregas pequenas e frequentes, previsões probabilísticas e ciclos de feedback baseados em Kanban para reconquistar a confiança de um cliente insatisfeito.
Por que o conhecimento deve ser tratado como ativo estratégico e aplicável, e como profissionais e empresas cultivam pensamento crítico, autonomia intelectual e aprendizado contínuo para gerar valor.
Como visualizar a rede de serviços entre equipes ajuda a identificar gargalos upstream e downstream e a equilibrar demanda com capacidade antes que a sobrecarga afete entrega e moral.
Uma reflexão sobre como transformar métricas de software em narrativas compreensíveis, evitando conclusões precipitadas e conectando dados a decisões de gestão e ROI de TI.
Por que lead times longos e imprevisíveis prejudicam a confiabilidade dos projetos, os riscos de vincular bônus ao prazo, e por que Due Date Performance é uma alternativa mais saudável.
Comparando simulações de Monte Carlo com distribuição uniforme do Excel e com distribuição Weibull ajustada aos dados reais, o artigo mostra como o modelo escolhido pode dobrar a previsão de prazo.
Como a Lente Kanban — enxergar a organização como uma rede de serviços em fluxo, não como funções isoladas — ajuda a identificar gargalos e melhorar continuamente sem reestruturações complexas.
Como o Portfolio Kanban conecta equipe, projeto, programa e nível estratégico numa abordagem holística de gestão, com MMFs, épicos e roadmaps dinâmicos para portfólio.
Um mesmo conjunto de dados de throughput semanal gera previsões completamente diferentes dependendo do modelo de distribuição escolhido, comparando distribuição uniforme, Weibull e simulação em Python.
Como incerteza, preocupação e medo funcionam como sinais de alerta e preparação, e estratégias para reconhecer e lidar melhor com essas emoções no dia a dia.
Reflexões sobre por que previsões de entrega raramente são perfeitas e por que a previsão probabilística é mais confiável do que estimativas pontuais e médias.
Uma explicação de por que medir desenvolvedores e outros profissionais do conhecimento individualmente prejudica a colaboração, a motivação e o desempenho coletivo das equipes.
Como consciência de crenças, aprendizado organizacional, resistência à mudança e foco no cliente desafiam a transformação digital, e como o Kanban ajuda a superá-los.
Como o conceito de opções reais — adiamento, expansão, reimplantação e abandono — se conecta ao Kanban para apoiar decisões estratégicas sob incerteza, usando referências como ROI e VPL.
Como o Portfolio Kanban aplica os princípios do Kanban à gestão de múltiplos projetos, ganhando escalabilidade, gestão proativa de riscos e um fluxo de trabalho mais previsível.
Uma análise dos 14 Pontos de Deming, princípios criados por W. Edwards Deming para orientar organizações rumo à qualidade, eficiência e melhoria contínua.
Como as três dimensões da cultura organizacional — inovação social, capital social e coesão social — influenciam a capacidade real de liderar uma mudança.
Um passo a passo para aplicar análise de cenários — identificação do problema, forças motrizes, incertezas críticas e construção de futuros plausíveis — na gestão de portfólio.
Sete segredos práticos para conduzir mudanças organizacionais com sucesso: do diagnóstico de contexto e do STATIK a estressores, atos de liderança e validação de resultados.
Uma síntese de definições e métricas de qualidade de software baseada na dissertação de mestrado do autor, explicando por que a qualidade de processo impacta diretamente a gestão de fluxo.
Como a 'lente Kanban' e o conceito de Opções Reais ajudam a adiar compromissos, priorizar por seleção em vez de ranking e gerir o fluxo upstream na gestão de produtos.
Como usar o Método Kanban — pragmático, acionável e baseado em evidências — para conduzir mudanças evolutivas em projetos, combinando estressores, limites de WIP e feedback.
Por que filas de trabalho são a fonte oculta de mais desperdício em gestão de projetos e produtos, e como CFD e a Lei de Little ajudam a identificá-las e reduzi-las.
Uma leitura histórica da gestão de portfólio de projetos e por que aplicar gestão de fluxo — filas, lotes menores, custo de atraso — supera os métodos tradicionais no trabalho do conhecimento.
Uma analogia entre o cultivo de tomates e a gestão de portfólio de produtos e projetos: diversificação, monitoramento constante, gestão de risco e paciência para colher resultados.
Dez pontos essenciais sobre liderança, inspirados na obra Great Boss Dead Boss de Immelman, sobre confiança, valores, limites psicológicos e o conceito de liderança tribal.
Uma reflexão sobre por que a real compreensão do que, como e para quem entregamos é decisiva na gestão de fluxo de demandas, projetos e serviços.
Por que fluxo contínuo exige remover atraso e buscar suavidade na chegada do trabalho, e como o Kanban trata respeito como reconhecimento realista de capacidade, não cortesia.
Como a transparência, um dos pilares do método Kanban, fortalece a colaboração e constrói a confiança necessária para uma gestão de fluxo eficaz.
Como usar a Simulação de Monte Carlo para validar a previsibilidade calculada pela Lei de Little, dando continuidade ao exercício proposto no LeanKanban Brazil 2019.
Um exercício rápido de leitura de histograma, percentil 90 e vazão com WIP estável, proposto por Rodrigo Yoshima no LeanKanban Brazil 2019 para testar intuições sobre previsibilidade de fluxo.
Reflexão sobre por que a previsibilidade em gestão de fluxo de demandas é mais simples do que parece, com um convite a explorar dados que ajudam a demonstrar isso na prática.
Uma analogia com uma oficina mecânica mostra por que saber quando começar um trabalho é tão importante quanto prever quando ele ficará pronto, evitando risco e desperdício no fluxo.
Diversas são as formas de você trabalhar com quebra de itens de backlog. Aqui tem algumas estratégias que podem lhe ajudar.
Um argumento direto: quando arquitetura, engenharia e testes são sacrificados por pressa em entregar features, o problema não é 'mindset ágil x tradicional', é incompetência de liderança.
Bom, neste momento que escrevo estou em Assunção, Paraguai, aguardando um dos meus voos de volta pra casa, depois de uma semana fora.
"Estimativa" é a estimativa de parâmetros. É quando seu interesse está nas variáveis preditoras (os X's) e como elas se relacionam com Y.
1) As três métricas mais importantes para a gestão de fluxo são WIP, Lead time e Throughput
Quantas vezes você já teve que responder a perguntas do tipo: Quando ficará pronto? Quando o projeto vai terminar? Quanto irá custar este desenvolvimento?
Quando ficará pronto? Vamos cumprir o escopo da sprint? Chegaram mais itens para entregar. Cabe na sprint?
Webinar realizado para o Descomplicando Agilidade. Falo sobre métricas ágeis para gestão de fluxo.
Um mapeamento das principais fontes de variabilidade — de WIP alto a dependências, multitarefa e handoffs — que tornam as estimativas de prazo pouco confiáveis.
Empresas de tecnologia que trabalham para manter-se relevante em seu mercado, em sua maioria, parecem ser extremamente experientes fazendo algum tipo de...
Temos visto nos últimos anos um crescimento de pessoas e empresas buscando alternativas para gerenciar demandas e projetos. Principalmente fora do ambiente de...
Usar o método Kanban para gerenciamento de fluxo de trabalho pode ajudá-lo significativamente com priorização de tarefas e demandas em projetos, com alta...
Não perca tempo estimando e planejando tempo de execução de alguma atividade do seu projeto. A razão é simples. Não o faça. Sério, não faça isso. Por mais...
Uma gestão de fluxo eficiente se faz por meio de métricas claras, objetivas e confiáveis. Estabelecer um fluxo de trabalho estável é a chave para a construção...
Pessoal, tudo bem? Receber feedback é muito bom não é mesmo? Eu acho muito bom! Fornecer feedback também é algo muito necessário e importante!
O que é o Fluxo? O gerenciamento de fluxo de projetos, é apenas um golpe de sorte, outro mantra na administração? Quais são as principais métricas de...
E se houvesse uma maneira mais fácil de começar com Kanban? Sim, existem princípios, sistemas, valores, práticas... Mas tudo o que você realmente quer saber é...
Definições ágeis de medição de software não são simples. Existem alguns princípios comumente aceitos sobre a medição ágil que tendem a ser bastante confusos...
Trabalhar com métricas pode ser, em um primeiro contato, aparentemente difícil ou inócuo. Ainda mais se não houver um propósito bem claro e razoavelmente...
Passo três: subordinar tudo à restrição
O que pode ter de comum entre a Teoria das Restrições e Kanban? Não sabe? Então veja neste artigo, dividido em duas partes, quais os fundamentos da Teoria das...
Um bom sistema Kanban caracteriza-se, dentre outros fatores, por suas cadências. Cadências que serão realizadas em períodos e frequências distintas para cada...
Uma provocação sobre processos de desenvolvimento de software caóticos: falta de auto-organização, ausência de SLAs claros, desconhecimento do cost of delay e da real capacidade do time.
Otimização de processo de desenvolvimento de software: Uma abordagem utilizando BPMN, simulação por eventos discretos e programação não linear
Dando continuidade ao artigo anterior, vamos avaliar outros pontos para se tomar decisão entre Kanban e Scrum, para sabermos qual é a abordagem de melhoria de...
Talvez nem todos saibam, mas Kanban não se trata de um processo de desenvolvimento de software ou mesmo um conjunto de regras e padrões a serem aplicados. Nem...
No artigo anterior, vimos os 3 desperdícios no desenvolvimento de software: trabalho parcialmente feito, características extras e reaprendizado
No artigo anterior, vimos os 3 desperdícios no desenvolvimento de software: trabalho parcialmente feito, características extras e reaprendizado
Continuando o post anterior, vamos avaliar aqui 3 grandes desperdícios que encontramos em desenvolvimento de software.
Origens do termo desperdício O conceito de "desperdício" nos negócios foi cunhado na indústria de manufatura durante a década de 1940. Foi usado pela Toyota...
Vários são os benefícios de se limitar o WIP em um sistema de trabalho utilizando Kanban. Um destes benefícios é a melhoria da qualidade.
De certa maneira, podemos encarar a gestão de portfólio de projetos com um fluxo de trabalho contíuno.
Um conceito muito comum ligado ao gerenciamento projetos, produtos, demandas, Operações ou Pessoas, que estão de certa maneira envolvidas com o mundo da T.I...
O uso de simulação em projetos de desenvolvimento de software como instrumento para tomada de decisão tem se tornado, principalmente em ambientes de...
Hoje, nestes tempos de muita mudança nas formas de desenvolver software, criar produtos e a busca por melhores resultados muitas vezes nos deparamos com alguns...
Workshop Lean Kanban Fundamentals: workshop presencial sobre agilidade, Kanban e Lean para times de tecnologia.
Convite para consultoria em otimização de processos de desenvolvimento de software, com link para os detalhes do serviço oferecido por Rodrigo Oliveira.
Hoje, com a consolidação das metodologias ágeis de desenvolvimento de software, muito tem se falado em testes ágeis ou testes para desenvolvimento ágil.
Sabemos que erros apresentam muitos prejuízos para usuários e empresas, por isso é tão importante a realização dos testes de software. E para a realização...
A consultoria em otimização e melhoria de processos de desenvolvimento e qualidade de software consiste em:
Neste artigo vamos apresentar algumas variáveis que devem ser consideradas para se calcular o ROI, ou Return of Investiment (Retorno do Investimento) em um...
Quer automatizar os testes de software da sua empresa? Listamos aqui algumas dicas que irão ajudá-lo a desenvolver um projeto com sucesso.
Atualmente, o custo de manutenção de software representa cerca de 50% do custo de uma empresa desenvolvedora de software. O Instituto de Pesquisa Triângulo...
É sempre uma tarefa muito complexa escrever testes de regressão automatizados para um sistema legado. As perguntas variam de por onde começar, quanto custa...
Lean manufacturing é um método de melhoria de processos da empresa. É desenvolvido do ponto de vista logístico. Lean manufacturing concentra-se na eliminação...
Teste de Regressão significa testar novamente as partes inalteradas do aplicativo. Os casos de teste são executados novamente para verificar se a...
Software de alta qualidade, entregue de forma rápida e constante ao mercado, é o objetivo das equipes de desenvolvimento de software em todo o mundo. Muitas...
Meu nome é Rodrigo Oliveira e trabalho com desenvolvimento de software a mais de 20 anos Especificamente com qualidade de software já são 10 anos!
Automatização de Testes não significa que, num passe de mágica, o teste de software será mais rápido, mais confiável e mais barato. Ou muito menos que nunca...
Uma introdução breve ao conceito de testes ágeis de software, explicando por que o tema ganhou espaço com a consolidação das metodologias ágeis de desenvolvimento.
Uma checklist objetiva com doze tarefas essenciais para conduzir o processo de testes de software com mais assertividade e reduzir riscos de erros em produção.
Uma introdução às dicas essenciais para planejar, estruturar e executar com sucesso um projeto de automação de testes de software na sua empresa.
Um alerta sobre automação de testes: alinhar a expectativa de todos os envolvidos é decisivo, pois o 'robô' de automação não elimina sozinho os erros da aplicação.
Primeiro de uma lista de nove benefícios da automação de testes de software, começando pela garantia de que funcionalidades já existentes continuem funcionando após novas entregas.
Uma curadoria do acervo de edições do IEEE Software / IEEE Computer Society, que reconta décadas de pesquisa em Engenharia de Software, incluindo ideias ainda não adotadas em escala industrial.
Um resumo de apresentação no Comitê de Engenharia de Software da Assespro/MG sobre como calcular o custo da falta de qualidade em software e seu impacto no ROI de projetos.